Projeto quer acabar com preconceito contra aviação agrícola

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Foto: Divulgação

“Mitos passaram a permear discursos políticos”

O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) e o Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag) lançaram uma campanha para combater o preconceito contra a aviação agrícola. A campanha envolve a divulgação de vídeos de animação nas redes sociais das entidades, começando em 21 de setembro. O objetivo é desmistificar os principais mitos sobre o setor e destacar a importância e segurança das ferramentas aéreas, como aviões, helicópteros e drones, na agricultura.

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O projeto tem como lema “Chega de preconceito contra a aviação agrícola” e inclui a criação de cards e vídeos para abordar o tema, destacando ações institucionais de empresas aeroagrícolas associadas e dirigentes do sindicato desmascarando os principais mitos sobre a aviação agrícola. Além disso, será desenvolvido um portal com informações e links para fontes originais de pesquisas, notícias e estatísticas que confirmam os benefícios da aviação agrícola no Brasil.

Conforme o diretor-executivo do Sindag e Ibravag, Gabriel Colle, o objetivo da campanha é levar racionalidade ao debate em torno da segurança e da sustentabilidade ambiental do trabalho no campo. “A falta de conhecimento da população em geral sobre as rotinas e as ferramentas na agricultura, especialmente na produção em grande escala, sempre foi campo fértil para estereótipos”, assinala Colle. Segundo ele, na aviação agrícola isso é ainda mais acentuado, por ser um segmento extremamente especializado e com o qual poucas pessoas têm familiaridade.

“Só que, de um tempo para cá, esses mitos passaram a permear discursos políticos misturando desde estatísticas com números exagerados até projetos de proibição lançando justificativas que tinham sequer ligação de causa e consequência coerente.” Segundo o dirigente, “situações que, em tese, não sobreviveriam a um olhar minimamente racional ganharam espaço em plenários legislativos e ecoaram até em algumas cortes da Justiça.” (Agrolink)

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