Agricultura discute preço mínimo do conilon

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Foto: Divulgação

Movimento de cafeicultores reivindica uma tarifa ainda maior do que a reajustada recentemente pelo Governo Federal

Produtores do Movimento de Cafeicultores Independentes comparecem à Assembleia Legislativa nesta terça-feira (10), para apresentar e debater suas demandas. Os representantes capixabas do movimento nacional participam da reunião da Comissão de Agricultura, às 10 horas no Plenário Dirceu Cardoso. As reivindicações dos produtores são preço mínimo compatível para o café conilon, formação de estoque regulador pelo governo federal, incentivo à industrialização e a renegociação das dívidas bancárias dos produtores rurais.

Os cafeicultores, que não estão ligados a nenhuma entidade oficial de produtores, querem um preço mínimo maior para o conilon. Há alguns dias, o Governo Federal aumentou o preço mínimo de R$ 210,13 para R$ 242,31, considerado muito baixo pela categoria.

Dos três estados que produzem a espécie (Bahia, Espírito Santo e Rondônia), este último, pela disparidade do sistema produtivo, segundo o Ministério da Agricultura, tem o preço mínimo menor: R$ 210,13. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção do conilon no estado de Rondônia passou por modernização com aumento da produtividade e diminuição do custo de produção.

Estão confirmadas as presenças dos representantes dos produtores independentes, da Conab, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes), da Federação dos Trabalhadores Rurais do Espírito Santo (Fetaes), representantes de cooperativas, entre outras entidades. (Comunicação Ales)

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